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Poema: Instinto
De espírito livre, corria semi-nua entre as pastagens verdes
Molhadas de orvalho e com a luz da lua,
Obstinada com um ar obscura, sabia que estava sendo observada…
Dançava lentamente seduzindo mais um, cujo a vida seria ceifada.
Sedenta ao deleite, com seus cabelos esvoaçando ao vento…
Como serpentes ao jogar veneno em suas vítimas inocentes.
Sorria contente ouvindo de longe os batimentos acelerados
De seu pretendente… Tolo e apaixonado com hora marcada para ser degolado.
Passou-se a nuvem, que cobria a lua…
De mulher reluzente, transformou-se em a fera
De olhos vermelhos, presas afiadas e um ser…
Que jamais perdoa… Tem pena ou se escapa!
Correr não ira ajudar em nada,
Apenas a deixara ainda mais excitada
Querendo com seu sangue ser banhada,
Deleitar-se nas entranhas arrancadas daquele homem que a observava.
Escrito por: Michele Santos
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