segunda-feira, 3 de março de 2025

POEMA - MAL DOMADA - MICHELE DA SILVA SANTOS

 

Mal domada


A liberdade de ser loba,

Transformou-a nas piores das pessoas!

Corria semi nua a luz da lua…

Sentia-se dona de tudo e todos naquela floresta escura.


Não podiam contrariá-la… Pois ali mesmo, ficava!

Loba sedenta e pedrificada…

Era ela nas margens daquela floresta mal assombrada.

Seduzia vítimas na beira da estrada,


Levava-os diretamente em seu ninho fedico

De vitimas que ela devorava!

Mais um em sua teia… Virou jantar da lobisomem,

Que ninguém ousava questioná-la.


Certa noite na mesma estrada,

Parou um carro preto e de janela abaixada…

Acertou em seu peito, três balas de prata,

Ela não mais… Seria a assassina da rodovia na encruzilhada.


                                                                                                           Michele da silva santos

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