Mal domada
A liberdade de ser loba,
Transformou-a nas piores das pessoas!
Corria semi nua a luz da lua…
Sentia-se dona de tudo e todos naquela floresta escura.
Não podiam contrariá-la… Pois ali mesmo, ficava!
Loba sedenta e pedrificada…
Era ela nas margens daquela floresta mal assombrada.
Seduzia vítimas na beira da estrada,
Levava-os diretamente em seu ninho fedico
De vitimas que ela devorava!
Mais um em sua teia… Virou jantar da lobisomem,
Que ninguém ousava questioná-la.
Certa noite na mesma estrada,
Parou um carro preto e de janela abaixada…
Acertou em seu peito, três balas de prata,
Ela não mais… Seria a assassina da rodovia na encruzilhada.
Michele da silva santos
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